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"Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram" Romanos 12.15

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Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o Dom das Escrituras.

Martinho Lutero

domingo, 25 de novembro de 2012

Frutos de uma vida centrada no Evangelho



Filipenses 1.27-30

          “Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou”; isso é o Evangelho. É claro que o Evangelho pode ser tão simples como essas sete palavras ou tão complexo como muitos volumes de textos teológicos. Mas a essência do Evangelho é esta: Jesus Cristo foi condenado à morte como propiciação pelos nossos pecados e ao terceiro dia ressuscitou para que tivéssemos vida.

          Vejamos agora os frutos de uma vida centrada no Evangelho:

·      Confiança (Hb 3.14; 4.16).
Quando o Evangelho é central em nossas vidas, temos confiança diante de Deus – não por causa das nossas realizações, mas por causa da expiação de Cristo. Nós podemos nos aproximar de Deus sabendo que Ele nos recebe como seus filhos. Nós não permitimos que os nossos pecados nos prendam em culpa e desespero, mas sua presença em nossa vida nos obriga a fugir constantemente a Cristo pelo Amor e Graça que restaura o nosso espírito e nos dá força.

·      Intimidade (Hb 7.25; 10.22; Tg 4.8).
Quando o Evangelho é central em nossas vidas, temos e mantemos intimidade com Deus, não por causa de nossa atuação religiosa, mas por causa do ministério sacerdotal de Jesus Cristo. Sabemos que Jesus é o nosso mediador diante de Deus Pai e nos deu perfeita paz com Deus por meio de seu sacrifício que nos permite aproximar de Deus com a expectativa ansiosa de receber Amor e Graça, não julgamento.

·      Transformação (2Co 3.18; 1Ts 5.23; 2Ts 2.13).
Quando o Evangelho é central em nossas vidas, experimentamos transformação espiritual, não apenas uma melhoria moral, e essa mudança não acontece por nossa força de vontade, mas pelo poder da ressurreição. Nossa esperança de nos tornarmos aquilo que Deus planejou e deseja não está em nos esforçarmos mais, mas em confiar mais – confiar em sua verdade e no Espírito Santo para nos santificar.

·      Comunidade (Hb 3.12-13; 10.25; 2Tm 3.16-17).
Quando o Evangelho é central em nossas vidas, desejamos e encontramos unidade com outros crentes na igreja local, não por causa de uniformização cultural, mas por causa da nossa fé comum e Salvador comum. É dentro desta comunidade de aliança, centrada no Evangelho, que nós experimentamos o tipo de companheirismo que reconforta os aflitos, corrige os rebeldes, fortalece os fracos e encoraja os desanimados.

          Então, na minha experiência, um cristão centrado no Evangelho é simplesmente o cristão que está sempre olhando para o Evangelho como o poder de mudança, que está mantendo o Evangelho como ponto de referência.
          Não importa a situação, ele está olhando para o Evangelho e perguntando: “Como o Evangelho se aplica a isto?”

Em Cristo Jesus, Pastor Diego Dias.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Diante de nossos próprios pecados, qual reação devemos ter?



Uma coisa que causa perplexidade a todos é quando assistimos a TV e vemos criminosos detalhando seus crimes com a maior frieza.
Há momentos em que parece que tais pessoas não têm consciência nenhuma do que fizeram.
Sabe de uma coisa, às vezes algo semelhante ocorre conosco quando pecamos; ainda que em proporções diferentes.
Há momentos em que nos acostumamos com nossos próprios erros, e não mais nos entristecemos com aquilo que fizemos de errado. Não há nenhum sinal de arrependimento; esses momentos se parecem com o relato que a Bíblia faz da história de Davi, como esse, após ter adulterado e cometido um homicídio, não apresentou nenhum sinal de arrependimento. Somente depois da repreensão de Deus através do profeta Natã é que esse veio a ter consciência do que tinha feito, arrependendo-se verdadeiramente.
Assim, arrependimento verdadeiro não é um mero assentimento mental, mas sim uma compreensão profunda do que é o pecado. Lembre-se, quando isso acontece devemos nos entristecer pelo que fizemos. Nossa reação deve ser semelhante a do apóstolo Pedro, cujo relato está em Mateus 26.75 – “Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente”.
Então, sempre que reconhecermos que erramos e que nossos pecados são uma ofensa a Deus, demonstrando verdadeiro arrependimento, Deus nos receberá em seus braços de amor concedendo-nos seu gracioso PERDÃO.

Em Cristo Jesus, Pastor Diego Dias. 


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Profecias a respeito dos Últimos Dias


Apostasia da fé cristã.
 2Ts 2.3;
1Tm 4.1,3,4;
2Tm 3.5; 4.3-4;
2Pe 3.3-4

Aumento das guerras e rumores de guerras.
Mt 24.6-7

Atividade sexual anormal.
Rm 1.17-32;
2Pe 2.10,14; 3.3;
Jd 18

Egoísmo e busca dos prazeres.
2Tm 3.2,4

Falsas declarações de paz.
1Ts 5.1-3

Homens sem consciência.
1Tm 4.2

Intensa atividade demoníaca.
1Tm 4.1-3

Materialismo extremo.
2Tm 3.1-2;
Ap 3.14-19

Mercenários religiosos.
2Pe 2.3

Um rápido aumento do conhecimento.
Dn 12.4

Grandes terremotos, epidemias, fome em vários lugares, coisas espantosas e grandes sinais no céu.
Lc 21.11

Rejeição à Palavra Deus.
2Tm 4.3-4;
2Pe 3.3,4,16

Surgimento dos falsos profetas e dos anticristos.
Mt 24.5,11;
2Pe 2.1-2

Unificação dos sistemas religioso, político e econômico do mundo.
Ap 13.4-8,16-17;
17.1-18; 18.1-24

Uso universal de drogas.
Ap 9.21

Em Cristo Jesus, Pastor Diego Dias.


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Dízimos e ofertas como adoração



O que significa a palavra dízimo?
A décima parte.

O que significa a palavra oferta?
Aquilo que se oferece.

Dízimos e ofertas no contexto do Antigo Testamento.

Essas contribuições vêem desde os tempos antigos (Gn 4.1-7; 14.20; 28.22) e estão especificadas na lei (Lv 27.30-33; Nm 18.24-28).
Dízimos e ofertas fornecem sustento prático que capacitava sacerdotes e levitas a concentrar-se no serviço a Deus; como também a manutenção de todo o sistema religioso, e supriam alimento para os que estivessem em necessidade, tais como órfãos, viúvas e estrangeiros (Êx 29.27-28; Nm 5.9; Dt 14.22-29). Reter dízimos e ofertas nesse contexto equivale a roubar ao Senhor, pois estamos recusando-nos a dar e Ele o que lhe é de direito (Ml 3.8; Ne 10.32-39; 13.10-13). A falha em obedecer à Palavra de Deus trazia uma maldição que afetava toda a terra (Ml 3.9; Ag 1.5-11; Zc 5.1-4). Portanto roubar a Deus era prejudicar a si mesmo (Pv 11.24).

Dízimos e ofertas no contexto do Novo Testamento

Apesar da palavra dízimo não ser mencionada em textos diretamente relacionados a igreja (Mt 23.23; Lc 18.12; Hb 7.2,4,5,6,8,9), isso não quer dizer que a igreja não tivesse o hábito dessa contribuição (1 Co 16.1-4). Já a palavra oferta, aparece em textos diretamente relacionados à igreja (2 Co cap.8 e 9).
Dízimos e ofertas no contexto do Novo Testamento está relacionado a adoração ao Senhor.
Espiritualmente, dízimos e ofertas representam um reconhecimento de que tudo o que possuímos pertence a Deus.
Uma coisa que precisamos entender é que apesar de no Antigo Testamento esse ato está relacionado a adoração ao Senhor, ele trazia consigo maldições para aqueles que sonegassem os dízimos e as ofertas. Já em o Novo Testamento não há sequer um texto ou menções de passagens do Antigo Testamento que falem sobre maldições relacionadas a esse ato. A verdade é que o Novo Testamento revela que esse ato continuou a ser praticado pela igreja, mesmo não citando a palavra dízimo nesses textos.
Fica bem claro, portanto, que o Senhor quer que o adoremos com o que temos e somos. Que nossos dízimos e ofertas sejam voluntários, em gratidão, em reconhecimento que tudo o que temos foi Deus quem nos deu.
Dízimos e ofertas é adoração ao Senhor! É uma demonstração de total desprendimento dos bens materiais e recursos financeiros. Lembre-se não deixe o dinheiro se tornar um ídolo (Mt 6.24; Lc 16.13; 1 Tm 6.9-10).
Os dízimos e ofertas servem para o sustento de obreiros de tempo integral, ajuda aos necessitados e manutenção das demandas do templo (1 Tm 5.17-18; 2 Co caps 8 e 9; Fp 4.10-20).
Para que não aconteça como nos dias de Neemias dizime e oferte, não em troca (eu dou 10 Deus me dá 20), não por pressão, não por opressão de que ajam pretensas maldições sobre aqueles que não dão, e sim, por amor a Deus, a sua obra e por querer vê-la expandir-se. Dizimar e ofertar são adoração a Deus.

1 Coríntios 10.31: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.”

Em Cristo Jesus, Pastor Diego Dias.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Erótico Versus Espiritual


    
Colossenses 3.5: "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria."


       O período em que vivemos bem pode passar à história como a Era Erótica. O amor sexual foi elevado à posição de culto. 
     Eros tem mais cultuadores entre os homens civilizados de hoje do que qualquer outro deus. Para milhões o erótico suplantou completamente o espiritual. Não é difícil verificar como o mundo chegou a este estado. 
    Entre os favores que contribuíram para isso estão o fonógrafo e o rádio, que podem difundir canções de amor de costa a costa sem problema de dias ou de ocasiões; o cinema e a televisão, que possibilita a toda a população focalizar mulheres sensuais e jovens amorosos ferrados em apaixonado abraço (e isto nas salas de estar de lares "cristãos" e diante dos olhos de crianças inocentes!).    Acrescentem a isso tudo as dezenas de campanhas publicitárias astutamente idealizadas, que fazem do sexo a isca não muito secretamente escondida para atrair compradores de quase todos os produtos imagináveis.  
    Os corruptos colunistas que consagraram a vida à tarefa de publicar fofas e sorrateiras nulidades com rostos de anjos e com moral de gatas da rua. Estas coisas nos dizem algo sobre a maneira pela qual Eros conseguiu seu triunfo sobre o mundo civilizado.
     Toda a sua esponjosa e fétida sujeira afundará um dia sob o seu próprio peso e será excelente combustível para as chamas do inferno, justa recompensa recebida, e que nos enche de compaixão por aqueles que são arrastados em sua ruinosa voragem. Lágrimas e silêncio talvez fossem melhores do que palavras, se as coisas fossem ligeiramente diversas do que são. 
      Mas o culto de Eros está afetando gravemente a igreja. A religião pura de Cristo que flui como rio cristalino do coração de Deus está sendo poluída pelas águas impuras que escorrem de trás dos altares da abominação. Só quem for espiritualmente cego se deixará levar por isso!
     Quando as ovelhas de Deus estão em perigo, o pastor não deve contemplar as estrelas e meditar sobre temas "inspiradores". É obrigado a agarrar sua arma e a correr em defesa delas. 
    Quando as circunstâncias o exigirem, o amor poderá usar a espada, embora por sua natureza deva, ao invés disso, ligar o coração quebrantado e atender os feridos.
     É tempo de o profeta se fazer ouvir e sentir outra vez. Nas últimas três décadas a timidez disfarçada de humildade tem ficado encolhida no seu canto enquanto a qualidade do cristianismo evangélico vem piorando ano após ano.
      Até quando, Senhor, até quando!?



A.W. Tozer


Em Cristo Jesus, Pastor Diego Dias.